segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Sobre a validade do cartão Lisboa Viva


Carris

4/9/2012

Rececionamos e agradecemos o e-mail que nos dirigiu, que mereceu a melhor atenção.

Os cartões 7 Colinas e Viva Viagem foram especialmente criados para os Clientes menos frequentes, permitindo o carregamento do título que melhor se adequa às suas necessidades e têm a validade de um ano. Ao fim desse tempo poderá dirigir-se a qualquer posto de vendas dos operadores e adquirir um novo cartão. No entanto se ainda tiver títulos carregados poderá sempre utilizá-los até os esgotar ou solicitar que lhe sejam transferidos para o novo suporte os títulos remanescentes no antigo cartão.

A validade de 1 ano dos cartões tem a ver com a inovação tecnológica. Os avanços na tecnologia acontecem com grande rapidez e os nossos cartões vão sendo adaptados não apenas às inovações em cartões com chip mas à modernização do equipamento embarcado nos veículos. Daí a necessidade de serem periodicamente substituídos

Sempre ao vosso dispor, apresentamos os melhores cumprimentos.

Agostinho Antunes
Gabinete do Provedor do Cliente

CP

24/9/2012

Em resposta à questão colocada, esclarecemos que os cartões Viva Viagem possuem 1 ano de validade tendo em consideração a fiabilidade deste suporte.

Em caso de avaria, nesse período, o suporte é substituído gratuitamente, sendo o saldo remanescente transferido para outro cartão. Passado esse período existem probabilidades de avaria do cartão, pelo que, poderiam ocorrer várias situações de incómodo para os clientes do transporte público nos pontos de acesso controlado ao sistema (portas).

Atualmente encontram-se em estudo outros suportes podendo a sua validade vir a ser estendida.

Endereçamos os nossos melhores cumprimentos,

Núcleo Pós Venda
CP Lisboa | Apoio ao Cliente

Metro de Lisboa

sem resposta

sexta-feira, 20 de julho de 2012

EDP...

Em Janeiro mudei da EDP Serviço Universal para a EDP Plano Continente.

Nesse mesmo mês recebi duas faturas: a fatura normal e a fatura de
rescisão de contrato.No entanto, os valores debitados em conta não
correspondiam aos valores faturados.

Pedi explicações por e-mail e recebi uma resposta pouco elucidativa.

Voltei a insistir e telefonaram-me para me tentar responder à
questão. A funcionária que ligou não conseguiu explicar os valores
debitados e ficou de reencaminhar a questão para o departamento de
faturação de forma a que me fosse enviada uma fatura corrigida.

Nada aconteceu. Informei que iria cancelar os débitos diretos se
continuasse sem obter a explicação pretendida.

Nada aconteceu. Cancelei então os débitos.

A partir daí, e uma vez por mês, recebi cartas sobre valor em dívida,
ida para contencioso, cobrança de juros de mora, etc., tendo mesmo
recebido carta de advogado e da Coface.

Decidi remeter o assunto para a ERSE e para o provedor do cliente EDP,
ao mesmo tempo que deixei o processo ao cuidado da minha advogada.

Da parte da ERSE, e durante os vários meses em que decorreu o
processo, o mesmo não passou do estado "aguarda resposta da EDP".

Entretanto a minha advogada, por mais que tentasse, não conseguiu que
fossem explicados os débitos, nem que fosse enviada uma fatura
corrigida.

Finalmente, meses depois, recebo resposta por e-mail do provedor do
cliente EDP, simplesmente fazendo forward de uma carta que a EDP tinha
enviado à ERSE. Ou seja, o percurso da carta foi: EDP -> ERSE ->
provedor cliente EDP -> cliente.

Esta carta, numa página, explicava de forma clara e inequívoca o
porquê das diferenças nos débitos (deixando no entanto em aberto a
causa do lapso, como já é habitual).

Perguntas que ficam no ar:

  - Porque não enviou a EDP esta carta para mim quando de início
    pedi explicações? Incompetência? Mesquinhez?

  - Porque razão nada fez a ERSE?

  - Porque razão não enviou a ERSE a carta para mim?

  - Porque razão nada fez o provedor exceto reencaminhar uma
    carta?

Outras questões:

  - Porque razão estivemos/estamos tantos anos presos a uma
    empresa privatizada sem concorrência, em que o gestor do
    monopólio, ex-ministro, ganha prémios de milhões de euros?

  - Soube no decorrer do processo que a ERSE não tem tutela do
    Estado. Porque razão estamos a pagar os ordenados das pessoas
    que trabalham na ERSE se quando dela precisamos de nada
    serve? É uma entidade independente? Então presta serviço a
    quem? Não deveria ser a quem a custeia?

  - Para quê a figura de provedor da EDP se afinal se trata de um
    mero carteiro?

Acabei por mudar novamente de fornecedor, desta vez para a Galp On.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Heranças

Penso que deveria haver um imposto de 100 % sobre heranças.

O objetivo desta ideia é:

  - diminuir ligeiramente a necessidade de ter mais (e por inerência, o stress, a poluição, a corrupção, etc.)
  - promover a justiça social (a melhor coisa que os pais podem deixar ao filhos é educação e não dinheiro)

As heranças criam:

  - injustiça social
  - chefes/administradores incompetentes e arrogantes
  - cidadãos sem educação, cultura, civismo
  - desperdício de recursos

Espectro Político

É do entendimento comum que os nomes dos partidos políticos portugueses já não indicam a ideologia subjacente.

Fazendo uma divisão de alto nível do espectro político nas seguintes ideologias (da direita para a esquerda):

- capitalismo (regime atual, adotado nas suas diversas variantes)
- social-democracia (passo intermédio entre o capitalismo e o socialismo)
- socialismo (passo intermédio entre o capitalismo e o comunismo)
- comunismo (meta de evolução política, não considerando a vertente)

penso que os principais partidos do espectro político português se dividem desta forma:

- CDS-PP: capitalismo
- PPD/PSD: capitalismo
- PS: capitalismo
- BE: social-democracia
- PCP-PEV: socialismo
- PCTP/MRPP: comunismo

Política Fiscal/Orçamental

Eis o que me parece ser o melhor modelo de política fiscal:

- imposto único de 50 % sobre os rendimentos

Desta forma, o estado teria tanto interesse como o contribuinte em que este último esteja ativo.

A existẽncia de escalões de taxas de imposto constitui uma injustiça fiscal, pois quem ganha mais já paga mais imposto. O problema de injustiça social advém da disparidade de salários (os grandes salários são o resultado da exploração dos mal pagos).

Este esquema pressupõe um regime social-democrata, em que o cidadão não teria que pagar pela saúde, pela educação, pela justiça, etc.

Além disso, já em termos de política orçamental, o contribuinte deveria ter total conhecimento sobre que percentagens dos seus impostos seriam adjudicadas a que rubrica do orçamento. Por exemplo, dos 50 %:

- 20 % para saúde
- 20 % para educação
- 20 % para justiça
- etc.

A discussão anual sobre o orçamento de estado consistiria em ajustar estas percentagens.