sexta-feira, 6 de abril de 2012

Heranças

Penso que deveria haver um imposto de 100 % sobre heranças.

O objetivo desta ideia é:

  - diminuir ligeiramente a necessidade de ter mais (e por inerência, o stress, a poluição, a corrupção, etc.)
  - promover a justiça social (a melhor coisa que os pais podem deixar ao filhos é educação e não dinheiro)

As heranças criam:

  - injustiça social
  - chefes/administradores incompetentes e arrogantes
  - cidadãos sem educação, cultura, civismo
  - desperdício de recursos

Espectro Político

É do entendimento comum que os nomes dos partidos políticos portugueses já não indicam a ideologia subjacente.

Fazendo uma divisão de alto nível do espectro político nas seguintes ideologias (da direita para a esquerda):

- capitalismo (regime atual, adotado nas suas diversas variantes)
- social-democracia (passo intermédio entre o capitalismo e o socialismo)
- socialismo (passo intermédio entre o capitalismo e o comunismo)
- comunismo (meta de evolução política, não considerando a vertente)

penso que os principais partidos do espectro político português se dividem desta forma:

- CDS-PP: capitalismo
- PPD/PSD: capitalismo
- PS: capitalismo
- BE: social-democracia
- PCP-PEV: socialismo
- PCTP/MRPP: comunismo

Política Fiscal/Orçamental

Eis o que me parece ser o melhor modelo de política fiscal:

- imposto único de 50 % sobre os rendimentos

Desta forma, o estado teria tanto interesse como o contribuinte em que este último esteja ativo.

A existẽncia de escalões de taxas de imposto constitui uma injustiça fiscal, pois quem ganha mais já paga mais imposto. O problema de injustiça social advém da disparidade de salários (os grandes salários são o resultado da exploração dos mal pagos).

Este esquema pressupõe um regime social-democrata, em que o cidadão não teria que pagar pela saúde, pela educação, pela justiça, etc.

Além disso, já em termos de política orçamental, o contribuinte deveria ter total conhecimento sobre que percentagens dos seus impostos seriam adjudicadas a que rubrica do orçamento. Por exemplo, dos 50 %:

- 20 % para saúde
- 20 % para educação
- 20 % para justiça
- etc.

A discussão anual sobre o orçamento de estado consistiria em ajustar estas percentagens.